Novas revelações e descobertas sobre o antigo Egito estão mudando conceitos e preconceitos acadêmicos…

Publicado por Griot Brazil em

O secretário-geral do Supremo Conselho de Antiguidades, Mostafa Waziri, tem feito um excelente trabalho na busca pela história perdida do povo egípcio e africano que a mais de 4 mil anos A.C vem povoando o vale do Nilo. Durante muito tempo este trabalho ficava a cargo de missões arquelógicas estrangeiras que sempre tentaram e muitas vezes conseguiram embranquecer o máximo que podiam os achados históricos. Para pura e simplesmente inserir a figura do homem branco europeu na mais intrigante história que a humanidade já conheceu.

Os primórdios do antigo Egito não conheceu o povo  indo europeus e nem poderia, até porque eles ainda viviam em cavernas, se alimentando de pesca e caça. Só que a história contada com forte viés ideológico nos leva constantemente ao anacronismo. E isso tem sido a tônica das histórias contadas por europeus que insistem em se inserir em todos os contextos da história da humanidade.

Todavia, novos personagens como Mostafa Waziri, tem buscado ser fiel ao retratar quem foram os verdadeiros construtores da história do Egito antigo. As imagens que as novas descoberta tem apresentado ao mundo não deixa duvida sobre a negritude dos antigos faraós, pelo menos não nas primeiras dinastias que eram majoritariamente negras e africanas.

Posteriormente sim, houveram a infiltração de outros povos, todavia isso não mudou o fato de que basicamente o Egito foi uma nação negra.

Recentemente uma missão arqueológica anunciou a descoberta de uma fantástica e inacreditavelmente bem conservada tumba Egípcia de 4,4 mil anos, no complexo de pirâmides Saqqara próximo do Cairo. A tumba, lar final de descanso para um alto sacerdote real chamado de Wahtye, estava cheia de hieróglifos coloridos e estátuas de faraós. Cenas decorativas mostram Wahtye com sua mãe, esposa e seus parentes. As imagens apresentadas são fidedignas e mostram claramente a pele melaninada do sacerdote em questão.

Por: Prettu Júnior


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