Trabalho infantil no Congo alimenta a produção mundial de baterias…

Publicado por Griot Brazil em

Por: Julia Noiz…

Não é de Hoje que temos postado criticas a Anistia Internacional e a ONU por razões bem simples, eles se atém as criticas e ao denuncismo e pouco ou nada fazem de maneira efetiva para combater as atrocidades que eles mesmos denunciam.  A ONU parece uma ong que só sabe fazer coisas limitadas para não bater de frente com os EUA e as grandes corporações que a mantem. Já a Anistia é uma ong mesmo que até tem algumas ações dignas de louvor, porém é limitada por ser o que é.

Agora não podemos ser injustos ou hipócritas a ponto de não admitir que existem ações de denuncias que incomodam as grandes empresas e os setores públicos.  Nesse caso temos que também sair do nosso acomodo e admitir que tais ações cumprem um objetivo importante para a sociedade. anistia-interanacionalEste relatório da Anistia Internacional é de grande valor no sentido de mostrar ao grande publico o seu papel nisso tudo. De apontar que mesmo não querendo acabamos contribuindo com a exploração e morte de pessoas inocentes em varias pates do mundo.  Veja isso…

Grandes empresas mundiais de tecnologia como a Apple, a Samsung e a Sony não estão tomando as medidas mais básicas necessárias para garantir que o cobalto minerado na República Democrática do Congo, através de trabalho infantil e uma brutal exploração, não seja usado nos seus produtos, revela a Anistia Internacional e a Afrewatch em novo relatório.

“Milhões de pessoas no mundo inteiro gozam dos benefícios das novas tecnologias mas raramente se questionam como é que são feitas. É mais do que chegado o momento das grandes marcas assumirem responsabilidades sobre a mineração das matérias-primas que fazem parte dos seus lucrativos produtos”, prossegue.

Este novo relatório documenta a forma como os negociantes de minérios compram cobalto de áreas onde o trabalho infantil é frequente e o vendem à Congo Dongfang Mining (CDM), uma empresa congolesa subsidiária da gigante mineira chinesa Zhejiang Huayou Cobalt Ltd (Huayou Cobalt).

A investigação da Anistia Internacional contém documentos de pesquisadores no setor que demonstram como a Huayou Cobalt e a subsidiária CDM processam o cobalto antes de o venderem a três fabricantes de componentes de baterias na China e na Coreia do Sul. E estes, por sua vez, fornecem fabricantes de baterias que dizem vender os seus produtos a grandes empresas de tecnologia e do sector automóvel como a Apple, a Microsoft, a Samsung, a Sony, a Daimler e a Volkswagen.

Fonte: Site da Anistia Internacional


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